Essa é a publicação digital na integra do Verde Livro Tosco de Victor Viana. È gratuito. Basta entrar e ler.
Victor Viana @VianaBuzios
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
O Ser humano é pateta
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Você |
A afirmação nasce da desconfiança de que estamos sempre interpretando um papel- a idéia talvez nem seja tão original- a vida social é toda marcada por pequenas mentiras e omissões do que verdadeiramente somos. Dessa forma toda a patetice humana se manifesta. Por mais pose que tenhamos, a patetice espirra dos poros feito água represada e uma hora ou outra em vários momentos da vida revela a quem quiser o quanto somos patetas.
O mundo nos ensina a sufocar quem somos. E isso mais pateta ainda nos torna. Esse passo foi colocado por acreditar que nenhuma obra de arte, seja literatura, pintura ou musica pode ser legitima se não expor o ser humano por inteiro e sem a dimensão pateta. O ser humano nunca está sendo representado por inteiro.
Modelos, apresentadores de TV, Jornalistas de grande noticiários de TV, empresários,...todos são patetas. Pela Tv- que nortea a mente dos idiotas – você é um. Não se chateie eu também sou.- são editadas as ações patetas dos exemplos midiáticos a serem seguidos. Mas são patetas também.
O que pensei nessa época e ainda penso é que se eu escrevo um livro, tenho a obrigação de revelar isso a quem lê.
Essa pratica é uma constante na literatura universal. Para não ficar citando modernistas irei aos clássicos; em Machado de Assis se encontra essas discrições de patetice: quer personagem mais dado a patetices que Bentinho em Dom Casmurro?
Mas que há de original no passo de nosso manifesto é o fato de se atentar claramente para isso e incitar o artista a praticar essa reflexão filosófica e criar seus personagens a estarem confrontados com sigo mesmo. Você é um pateta. Sim você é! Não adianta ficar nervozinho, não gostou cai pra dentro! È Pateta “mermo”! Pateta! Pa Te ta! Aahahhahahahahahahahhaahahah vai patetão!
Victor Viana @ VianaBuzios
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O Curinga
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Um poema recém criado feito a partir da proposta do ant movimento amalucado e sem rumo, que no entanto aponta. Para todas as direções; é claro. |
A cara do palhaço ri
O estridente trincar dos dentes
Espalha cartas no ar
Caem como chuva no chão!
O palhaço tem a cidade na mão!
Não! Eu digo Não!
<< Não vou entrar no jogo assim>>
Quero terno, gravata, calça tergal.
Paletó, sapato, gel e cueca apertada no pau.
Fico distinto. Ando atônito, sei que minto. Estou na TV.
Digo o que fazer. Ensino a crer. Votem em mi! Votem em mim!
Este rosto serio é meu.
O palhaço sou eu?
Victor Viana @VianaBuzios
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